Se contratar em Uberlândia tem sido um desafio, você não está sozinho. Em meio ao crescimento acelerado da cidade, encontrar bons profissionais virou uma verdadeira corrida contra o tempo — e contra a concorrência. Enquanto os setores mais aquecidos da economia continuam contratando em ritmo intenso, o RH sofre com alta rotatividade, falta de qualificação e processos lentos. E vamos explanar sobre desafios e oportunidades do recrutamento e seleção em Uberlândia.
A boa notícia? Existem soluções reais para isso. Neste artigo, você vai descobrir o cenário atual do mercado de trabalho em Uberlândia, os setores que mais contratam e, principalmente, como otimizar o recrutamento e seleção em Uberlândia com tecnologia de ponta.
Uberlândia em destaque: o cenário econômico de uma das maiores cidades do Brasil
Uberlândia não é só mais uma cidade do interior. Ela é uma potência em ascensão, com quase 700 mil habitantes, mais de 119 mil empresas ativas (dados de março de 2024) e um dos maiores PIBs municipais do Brasil — ocupando a 27ª posição no ranking nacional, à frente de capitais como São Luís (MA) e Belém (PA), segundo o IBGE.
A cidade se consolidou como o segundo maior polo econômico de Minas Gerais, atrás apenas de Belo Horizonte, com forte influência no Triângulo Mineiro. A projeção de 2024, segundo economistas da UFU, é de um cenário otimista impulsionado por redução na taxa de juros, crescimento do varejo e retomada da indústria e construção civil.
Hoje, Uberlândia é referência nos setores de:
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Agronegócio, com produção recorde de soja (R$ 721 milhões) e forte atuação pecuária;
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Serviços e comércio, principais geradores de empregos;
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Logística, tecnologia e indústria, com crescimento contínuo.
Além disso, a cidade atrai investimentos nacionais e internacionais, como o recente aporte de R$ 290 milhões da Lactalis no setor de laticínios. Tudo isso posiciona Uberlândia como um campo fértil para negócios — mas também cria um desafio urgente: como as empresas vão disputar os melhores talentos nesse mercado tão acelerado?
Mercado de trabalho em números: como Uberlândia se comporta em 2024 e 2025
Uberlândia terminou 2024 com números expressivos na geração de empregos formais. Foram quase 150 mil admissões ao longo do ano, colocando a cidade entre as que mais contrataram no Brasil, na faixa de municípios com 500 mil a 1 milhão de habitantes, segundo o CAGED.
O mercado de trabalho uberlandense é movido principalmente por micro e pequenas empresas: os MEIs e microempresas foram os maiores empregadores, com mais de 6.400 novos postos gerados em 12 meses. Grandes empresas, por outro lado, fecharam vagas no mesmo período — um reflexo da rigidez dos modelos tradicionais de contratação e dos custos operacionais.
Entre os setores que mais movimentaram o emprego formal em 2024, destacam-se:
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Serviços: 74.506 admissões
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Comércio: 37.690 admissões
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Construção civil: 16.330 admissões
Já em janeiro de 2025, o cenário apresentou leve retração, com saldo negativo de 358 vagas. Apesar disso, houve sinais claros de recuperação: construção civil e indústria voltaram a gerar empregos, com destaque para a faixa etária de 18 a 24 anos.
Esses números revelam um mercado aquecido, mas altamente dinâmico e competitivo, onde o RH precisa agir com velocidade e inteligência para acompanhar a movimentação. Contratar bem em Uberlândia já não é mais uma tarefa simples — e quem não se atualiza, fica pra trás.
Os setores que mais contratam em Uberlândia: oportunidades e gargalos
Uberlândia está contratando — e muito. Mas a velocidade com que os setores crescem não tem sido acompanhada pela qualificação da mão de obra. O resultado? Vagas abertas por semanas, processos seletivos morosos e um RH pressionado a “fazer milagre”.
Segundo dados do Novo CAGED, os três setores que mais contrataram em 2024 foram:
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Serviços: com mais de 74 mil admissões, lidera com folga;
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Comércio: 37.690 contratações, impulsionado pelo varejo e consumo local;
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Construção civil: 16.330 admissões, com forte retomada desde o segundo semestre.
Esses setores compartilham algo em comum: alta rotatividade e necessidade constante de reposição. Em janeiro de 2025, por exemplo, mesmo com saldo negativo geral de empregos, a construção civil e a indústria registraram saldo positivo, mostrando resiliência mesmo diante de sazonalidades.
Por outro lado, a escassez de perfis técnicos e operacionais é um gargalo real. Empresas estão tendo que formar seus próprios talentos — muitas vezes, contratando profissionais abaixo do perfil ideal por pura falta de opção no mercado.
Além disso, serviços e comércio ainda concentram os menores salários médios de admissão (como os R$ 1.848 no comércio em jan/25), o que dificulta a atração e retenção de talentos. Para as empresas, esse é o momento de repensar sua estratégia de contratação. O tempo de publicar vaga e torcer pra chover currículo já passou.
Os setores que mais contratam em Uberlândia: oportunidades e gargalos
Uberlândia está contratando — e muito. Mas a velocidade com que os setores crescem não tem sido acompanhada pela qualificação da mão de obra. O resultado? Vagas abertas por semanas, processos seletivos morosos e um RH pressionado a “fazer milagre”.
Segundo dados do Novo CAGED, os três setores que mais contrataram em 2024 foram:
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Serviços: com mais de 74 mil admissões, lidera com folga;
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Comércio: 37.690 contratações, impulsionado pelo varejo e consumo local;
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Construção civil: 16.330 admissões, com forte retomada desde o segundo semestre.
Esses setores compartilham algo em comum: alta rotatividade e necessidade constante de reposição. Em janeiro de 2025, por exemplo, mesmo com saldo negativo geral de empregos, a construção civil e a indústria registraram saldo positivo, mostrando resiliência mesmo diante de sazonalidades.
Por outro lado, a escassez de perfis técnicos e operacionais é um gargalo real. Empresas estão tendo que formar seus próprios talentos — muitas vezes, contratando profissionais abaixo do perfil ideal por pura falta de opção no mercado.
Além disso, serviços e comércio ainda concentram os menores salários médios de admissão (como os R$ 1.848 no comércio em jan/25), o que dificulta a atração e retenção de talentos. Para as empresas, esse é o momento de repensar sua estratégia de contratação. O tempo de publicar vaga e torcer pra chover currículo já passou.
O desafio da qualificação profissional em Uberlândia
As empresas estão contratando. As vagas existem. Mas falta gente qualificada. Essa é, talvez, a maior dor do RH em Uberlândia hoje — e não importa o porte ou o setor da empresa: o problema é transversal.
Segundo a RAIS, mesmo com mais de 242 mil trabalhadores formais em 2022, a base de formação segue frágil. Em 2025, dados da UFU mostram que o ensino médio completo foi o principal grau de instrução entre os contratados, seguido pelo fundamental completo. Já quem tem ensino superior apresentou saldo negativo de contratação em janeiro.
Essa lacuna de formação tem forçado empresas a adaptar suas exigências — e, muitas vezes, a formar seus próprios profissionais. É o caso da Uberlândia Refrescos (Coca-Cola). A empresa, sem conseguir preencher vagas técnicas, passou a contratar candidatos com escolaridade inferior e oferecer telecurso interno em parceria com o Sesi. A ideia era ajudar os colaboradores a concluir o ensino básico. Mas, na prática, muitos abandonam o curso após a contratação, frustrando os objetivos da empresa.
Em outro episódio, abriram um curso interno para operadores de empilhadeira. Dos 30 inscritos, apenas dois conseguiram concluir a formação. Exigia-se ensino fundamental completo, CNH e aprovação nos treinamentos. Resultado: vaga continuou em aberto, e a empresa perdeu tempo e dinheiro.
Esses dados reforçam o que RHs já sentem no dia a dia: não basta atrair candidatos — é preciso atrair os certos, com perfil técnico, motivação e prontidão para o cargo. E isso só é possível com um processo seletivo estruturado, inteligente e baseado em dados reais.
Perfil dos profissionais mais contratados: quem está ocupando as vagas?
Enquanto algumas vagas ficam meses abertas, outras são preenchidas em questão de dias. O que muda? O perfil do profissional. Em Uberlândia, os dados mostram um retrato claro do tipo de mão de obra que mais circula — e do que o mercado está absorvendo com mais rapidez.
Segundo a RAIS de 2022, os cinco cargos com maior número de empregados formais na cidade são:
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Assistente administrativo (11.588 vínculos)
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Vendedor de comércio varejista (9.445)
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Auxiliar de escritório (8.266)
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Faxineiro (7.790)
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Motorista de caminhão (7.061)
Esses números evidenciam a predominância de funções operacionais e administrativas, com exigência de escolaridade média, mas alta demanda prática. Em 2025, o boletim da UFU confirmou esse padrão: a faixa etária com mais contratações foi de 18 a 24 anos, e o ensino médio completo liderou entre os níveis de escolaridade.
Além disso, o relatório também expôs uma desigualdade preocupante: em janeiro de 2025, 437 vagas ocupadas por mulheres foram fechadas, enquanto os homens tiveram saldo positivo. Isso mostra que, apesar do avanço em alguns setores, a inclusão ainda precisa evoluir no mercado local.
Esse retrato da força de trabalho revela o tamanho do desafio para o RH: atrair e reter esses profissionais com velocidade, mas sem abrir mão da qualidade — e, ao mesmo tempo, driblar os gaps de escolaridade, motivação e expectativa salarial.
Crescimento das MEIs e microempresas: motor do emprego, mas com desafios de RH
Elas movem a economia, mas nem sempre têm estrutura para contratar bem. As MEIs e microempresas em Uberlândia são hoje a espinha dorsal do mercado formal de trabalho — respondendo por mais da metade das admissões em 2024 e 2025, segundo dados do CAGED e RAIS.
Para se ter ideia, em janeiro de 2025, MEIs e microempresas geraram sozinhos 491 novos empregos, enquanto as grandes empresas apresentaram saldo negativo de 912 vagas. Isso mostra um reposicionamento da força de trabalho: quem está contratando é o pequeno empreendedor.
E Uberlândia está cheia deles. Em 2024, havia mais de 61 mil MEIs ativos, representando 51,2% de todos os CNPJs registrados. O comércio varejista, serviços administrativos e construção civil concentram a maioria desses negócios.
Mas junto com a força, vem a fraqueza: essas empresas têm pouca ou nenhuma estrutura de RH. Os donos acumulam funções, contratam por urgência e, muitas vezes, tomam decisões com base em achismo. Publicar vaga em redes sociais ou grupos de WhatsApp ainda é prática comum.
O resultado? Contratações erradas, retrabalho, perdas financeiras e mais rotatividade.
É nesse cenário que soluções acessíveis, ágeis e automatizadas se tornam essenciais. As pequenas empresas não têm tempo a perder — e também merecem acesso a ferramentas de recrutamento tão eficazes quanto as grandes corporações usam.
Alta rotatividade, pressão por resultados e recrutamento ineficiente: os três maiores vilões do RH em Uberlândia
O recrutamento e seleção em Uberlândia virou um jogo de sobrevivência para o RH. De um lado, vagas abertas e líderes cobrando resultado. Do outro, currículos desqualificados, processos lentos e uma rotatividade que não dá trégua. No meio disso tudo, está um RH sobrecarregado, apagando incêndios com um copo d’água.
A alta rotatividade é um problema crônico. Em setores como serviços e comércio, o entra-e-sai de colaboradores é constante. Profissionais aceitam a vaga, mas em poucos meses saem por salário melhor, falta de encaixe ou desmotivação. E o ciclo recomeça. Cada nova contratação custa tempo, dinheiro e produtividade.
Enquanto isso, a pressão por resultados não espera. Gestores querem agilidade, assertividade e gente “pronta pra ontem”. Mas sem processos bem definidos, sem ferramentas adequadas e com uma base de talentos escassa, o RH trabalha no improviso.
E o terceiro vilão fecha o ciclo: recrutamento e seleção em Uberlândia ineficiente. Muitos processos ainda são manuais, baseados em triagens visuais de currículos, entrevistas genéricas e decisões feitas “no feeling”. Sem testes, sem automação, sem análise de perfil — e com isso, a margem de erro aumenta.
A conta é simples: quanto mais ineficiente o processo, maior a rotatividade e menor o resultado. É hora de romper esse ciclo. E a tecnologia pode ser a chave.
Tecnologia como aliada: como o RH pode contratar melhor, mais rápido e com menos custo
Não é mágia. É automação, inteligência e estratégia. O que antes era feito com planilhas, pilhas de currículos e entrevistas improvisadas, hoje pode ser resolvido com poucos cliques. A tecnologia já mudou o jeito de contratar — e quem ainda não entrou nesse movimento está ficando pra trás.
Em Uberlândia, onde o volume de admissões é alto e a urgência por talentos é constante, automatizar o processo seletivo deixou de ser luxo e virou necessidade.
Com as ferramentas certas, o RH consegue:
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Triar currículos automaticamente, eliminando perfis fora do perfil com base em critérios objetivos;
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Aplicar testes de habilidades e comportamentais online, avaliando com profundidade quem realmente tem potencial;
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Fazer entrevistas por vídeo, economizando tempo e otimizando a análise inicial;
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Classificar candidatos por fit cultural, técnico e perfil de vaga, com base em dados reais.
Mais do que velocidade, a tecnologia traz assertividade. Ela reduz o tempo de contratação, melhora a experiência do candidato, diminui os erros e ajuda a manter um banco de talentos sempre ativo.
O RH ganha tempo, reduz custos e entrega mais resultado. E o melhor: não precisa ser uma grande empresa para ter acesso a isso. Hoje, plataformas acessíveis como a Empregare democratizam o uso de tecnologia de ponta também para MEIs e microempresas.
Como a Empregare pode transformar o recrutamento e seleção em Uberlândia
Não é sobre ter um software de recrutamento. É sobre ter a solução certa para os desafios do seu RH. E a Empregare é exatamente isso: uma plataforma pensada para o dia a dia de quem recruta sob pressão, com pouco tempo, orçamento enxuto e metas altas. Especialmente em cidades como Uberlândia, onde a contratação é intensa e os erros custam caro.
A Empregare atende desde MEIs até grandes empresas, com funcionalidades sob medida para cada porte:
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Para pequenas empresas: automação de tarefas operacionais, triagem com inteligência artificial e economia de tempo;
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Para médias empresas: gestão de múltiplas unidades, redução de turnover com fit comportamental e processos padronizados;
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Para grandes empresas e consultorias: recrutamento em escala, filtros avançados, testes personalizados e relatórios automatizados.
Destaques que fazem a diferença no seu recrutamento
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Triagem com inteligência artificial: o sistema identifica automaticamente os melhores candidatos com base em critérios objetivos;
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Fit comportamental: 26 critérios de personalidade, 11 de motivação e 11 de comportamento profissional, com algoritmos validados em mais de 2 milhões de perfis;
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Entrevistas em vídeo e testes online personalizados: ganhe agilidade e profundidade na análise;
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Agendamento de entrevistas com integração ao Google Calendar;
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Feedback automático por WhatsApp e e-mail, com templates personalizados;
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Employer Branding na prática: sua página de trabalhe conosco pronta em até 2 dias úteis;
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Importação em massa de currículos com leitura por IA;
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Automação total de etapas, comunicação e gestão dos processos seletivos.
Além disso, a plataforma oferece uma experiência completa para o recrutador, gestor e candidato, com relatórios inteligentes, centralização das conversas, filtros avançados, indicadores de desempenho e muito mais.
Em Uberlândia, onde contratar com velocidade e precisão faz toda a diferença, a Empregare é o sistema ideal para empresas que querem parar de perder tempo e talento — e começar a contratar com estratégia e resultado.
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Oportunidade estratégica: por que agora é o momento ideal para evoluir o RH em Uberlândia
Uberlândia está em movimento. A economia voltou a crescer, novos investimentos estão chegando, e os setores mais fortes — como comércio, construção, agro e indústria — seguem contratando em ritmo acelerado. Mas junto com o crescimento vem a pressão: contratar melhor, mais rápido e com menos erro.
O que antes era feito no improviso, agora exige processo, inteligência e tecnologia. RHs que ainda operam com currículos em PDF, entrevistas genéricas e feeling como critério decisivo estão ficando para trás. E isso não é achismo — é realidade.
Por outro lado, empresas que já entenderam essa virada estão contratando com mais eficiência, reduzindo rotatividade e construindo equipes de alta performance. E o que elas têm em comum? Processos estruturados e plataformas que entregam automação, dados e visão estratégica — como a Empregare.
Uberlândia vive um ponto de inflexão. E as empresas que decidirem se mover agora vão colher os frutos mais cedo. Não dá mais pra esperar o “candidato ideal bater à porta”. É hora de atrair, analisar e selecionar com inteligência.
Se sua empresa quer se destacar nesse novo cenário, o momento de agir é agora.
Do caos à oportunidade — Uberlândia pronta para um novo modelo de recrutamento
Uberlândia tem tudo para continuar crescendo: economia aquecida, força empresarial e um mercado de trabalho em constante movimento. Mas nenhum crescimento sustentável resiste a recrutamentos ineficientes, rotatividade alta e tempo desperdiçado. Os dados estão aí para provar: o RH precisa evoluir — e rápido.
Esse cenário desafiador também é uma janela de oportunidade para quem está atento. Com as ferramentas certas, é possível recrutar com inteligência, automatizar processos, reduzir custos e finalmente parar de contratar “no escuro”. A tecnologia está pronta. Os desafios também. Agora só falta uma decisão: a sua.
Seu RH ainda está operando no modo manual? Então você já está ficando pra trás.
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